20 de janeiro de 2012

H.


Por lá tu caminhas, com toda essa insegurança, mal sabe ter um bobo aqui a sonhar com teu rosto, a magoar sempre que apenas pára para pensar nisto. Eu devia manter meu foco no que realmente acho importante para mim, mas tudo parece perder o sentido quando me desiludo com o fim da nossa história. E quem sou eu, o que quero e vou à busca? Tu me deixaste em troca de outro, mas asseguro-lhe com certeza, o outro não sente metade, se não um quarto do que sinto por ti.
E ah! Todas as moças a me esperar lá fora não compensam em nada o não ter de a única que amo. O tempo voando longe de ti me pôs a pensar, pensar, pensar. Pode-se enlouquecer de tanto querer? Essa distância me deixa sozinho, desejoso de ver seu rosto e continuo apenas para não me abster da sua boca, que junto da minha me faz esquecer de que é errado e complicado e impossível.
Declaro, por favor, tu sabes que não gosta mais dele, e a mim só cabe prometer o carinho, amor e dedicação que nunca pensei em dar a qualquer uma, juro-te! Não trocaria teu sorriso por nada, pois nada significa tanto a ponto de me fazer escrever juras de amor. Posso ter qualquer defeito, mas mentiroso não sou; tuas amigas me julgam insensível, não as acredite! Nenhuma jamais possuiu meu coração de fato, como sabes que tens. Sim, tu o tens quase que por completo, o suficiente para ser dona dos meus sonhos.  C 

2 comentários:

Gabriel Camboim disse...

Ihhhm, isso é que é dor de cotovelo, viu?
Que dó dele, que dó...
=P

OLIVEIRA, Carine de disse...

Que menino insensível!